Punk rock e hardcore desde dezembro de 1991, direto de Campos dos Goytacazes (RJ). Mais de três décadas da mesma atitude.
A Ardósia Punk Core nasceu em dezembro de 1991, formada por Leonardo (baixo e vocal), Eduardo (guitarra) e Anderson (bateria), com influência direta de Ratos de Porão. As duas primeiras composições foram “Sociedade Podre” e “Sociedade de Inúteis”.
Depois da saída de Leonardo, a banda retornou em maio de 1992 com Anderson assumindo o vocal e Eduardo na guitarra. Seguiram-se trocas de formação, a chegada de Munir na bateria e, em janeiro de 1993, de Daniel no baixo — time que gravou três músicas em estúdio em agosto daquele ano: “Mercenários”, “Democracia Distorcida” e “Total Manipulação”.
Depois de anos com projetos paralelos, os fundadores se reencontraram em 2018 no projeto Ardósia Forever, já com Alfieres Jr no baixo. Hoje, mais de 30 anos depois, a Ardósia segue tocando — parte viva da memória da cena alternativa campista.
“Início, Meio e Presente” — a demo de 1993, primeiro registro da banda ainda nos anos 90.
Completam a equipe atual Waguinho, na segunda guitarra, e Matheus Coutinho, na técnica de som.
Anderson Antonio e o público, de pertinho
Em 2025, a Ardósia foi convidada para uma noite que reuniu a velha guarda e as novas gerações do hardcore campista — incluindo a abertura do show do Massacration.
Hoje a banda se afirma como parte da memória viva da cena alternativa de Campos dos Goytacazes: presença ativa no Instagram e no YouTube, repertório que une autorais e covers, e a mesma atitude contestadora de sempre.
Cartaz do show no Pub Fun, em Campos dos Goytacazes — a formação atual em ação.
Contratações, parcerias e ações com a cena hardcore/punk — fala direto com a Ardósia.